Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Finjo!

Como seria bom ter-te do jeito que não te tenho, olhar-te do jeito que quero, sem timidez, poder abraçar-te e não te largar mais. Deixa-me apreciar o teu silêncio, deixa-me ouvir as palavras que não dizes e as que eu gostava de ouvir… Deixa-me sonhar como seria. Consigo até sentir o teu toque nas minhas mão… Não digas nada. Nem uma palavra, nem um suspiro… Deixa-me pelo menos imaginar como seria…

De momento é a saudade que me derruba a toda a hora… Saudades da cumplicidade, da felicidade que me trazias. Desejei tantas vezes ter-te aqui sem nunca teres aparecido que agora nem eu acredito que virás um dia. Quase que preciso fazer sinais de fumo mas na verdade acho que nem esses entenderias. Segue… Não é que me custe ver-te ser feliz, até porque a minha felicidade depende da tua, simplesmente quanto mais longe estás de mim mais me custa dar-te um sorriso para que penses que estou bem. Tenho medo do futuro, do incerto, mas estou aqui por ti.

Não te limites a ver o que finjo e perceberás o que te digo…